domingo, 3 de agosto de 2014

Smash Literário de Julho!

   Eu sei, eu sei... estou atrasada na postagem... mas só do infanto juvenil foram seis livros esse mês!
   Vamos organizar: as metas para julho eram um livro infanto juvenil e um livro histórico. Para o tema infanto juvenil escolhi a série Os Instrumentos Mortais, de Cassandra Clare. E, claro, li os seis livros. Não sei se gostei. A narrativa dela é bem razoável, mas tem horas que parece que está esticando o assunto só para aumentar o número de livros da série, sabe como é? Aí fica chato. Acho que esse hábito tem se tornado comum ultimamente, com essa moda das trilogias, tetralogias, etc. Me parece mais um artifício comercial para vender mais livros. Quando o autor segura a série, como é o caso de Rick Riordan e do Joseph Delaney (As Aventuras do Caça Feitiço), tudo bem, mas no caso dos Instrumentos Mortais, desculpem, mas não funcionou bem, na minha opinião. Eis a página do Smash:

  Em compensação, o livro histórico foi uma agradável surpresa. Escolhi Histórias Íntimas, de Mary del Priori. O livro fala sobre a sexualidade na época do Brasil Colônia. Muito legal! Por ser escrito sob uma ótica feminina, os homens podem pensar que não vão gostar, mas não é verdade. É um livro para todos os sexos. Todos mesmo. Mas o que mais gostei, além da aquisição de conhecimento propriamente dito, é que podemos ver que a degradação da família, a corrupção, as traições, sempre existiram. Não adianta acusar ninguém, nem dizer que é sinal dos tempos, da ira divina ou do que quiserem. É da natureza humana e pronto. A diferença está na evolução dos meios de comunicação. Ou seja, hoje está tudo no facebook. Portanto, não adianta atribuir a culpa a terceiros. Quem tem caráter vai ter sempre, independente do século. Quem não tem... A página ficou assim:
   E assim, mais uma meta cumprida. Que venha agosto, com suas metas: Livro policial (acho que vou me entregar a Nora Roberts, finalmente. Mais uma tonelada de livros vindo por aí...) e um livro de autor não inglês, que escreva em língua diferente do inglês e não vale brasileiro, é claro! Acho que vou ler Nietzsche, ou Schopenhauer...